sexta-feira, 18 de junho de 2010

AIRBUS A350XWR REVOLUÇÃO NA TECNOLOGIA

NOVO AVIÃO DA AIRBUS É UM EXEMPLO DE TECNOLOGIA

Mais de 70% da estrutura eficiente do novo avião A350XWB, será feita de materiais avançados, combinando titânio e ligas de alumínio. Outra novidade do aivião citado está nas estruturas das asas, constituídas principalmente de plástico reforçado de fribra de carbono.
Foram mais de 5000 engenheiros e técnicos altamente especializados estão realizando os trabalhos de projeto da estrutura inteligente, feita com 53% de materiais compostos avançados e incoraporando recentes tecnologias.
O avião tem o comprimento de 66,89 metros, envergadura de 64,80 metros, altura de 17,05 metros, seu peso maximo de decolagem é de 268000 kilos, leva confortavelmente 314 passageiros, tem uma velocidade de cruzeiro de 0.85 Mach, um alcance de incriveis 15000 kilometros, esse modelo entrara em serviço no ano de 2013.
A sigla XWB significa Xtra-Wide-Body esse avião já conta com uma carteira de pedidos de 530 encomendas firmes de 33 clientes, sendo que no Brasil a Tam tem 22 pedidos deste avião.

domingo, 9 de maio de 2010

hit counter

free web counter
hit counter

free web counter

quarta-feira, 10 de março de 2010

Montagem de Aviões: CURSO DA UFMG SURGE COM FORÇA NA ÁREA DE AVIAÇÃO

Montagem de Aviões: CURSO DA UFMG SURGE COM FORÇA NA ÁREA DE AVIAÇÃO

CURSO DA UFMG SURGE COM FORÇA NA ÁREA DE AVIAÇÃO

Avião fabricado na UFMG pode bater recorde mundial de velocidade

quinta-feira, 19 de outubro de 2006, às 15h57 No dia 23 de outubro, a partir das 18h, no saguão da Reitoria, o protótipo do CEA 308, desenvolvido por estudantes e professores do Centro de Estudos Aeronáuticos (CEA), do departamento de Engenharia Mecânica da UFMG, será apresentado à comunidade científica, profissionais e aficcionados da aviação.
O evento faz parte das comemorações do primeiro vôo do mais pesado que o ar, realizado por Santos Dumont, dia 23 de outubro de 1906, às 16h45, em Bagatelle, na França.
Construído com materiais compostos e madeira, o CEA 308 é um avião-conceito que buscará bater o recorde mundial de velocidade na categoria C1A0, destinada, segundo a Federation Aeronautique Internationale, a modelos com motor a pistão, hélice e peso inferior a 300 quilos.
A máquina
O avião-conceito, a ser apresentado na próximo segunda-feira. 23, foi desenvolvido, de 2004 a 2006, por meio de parceria entre o CEA e o comandante Gúnar Armin, atual campeão brasileiro de acrobacias aéreas. Além de piloto de provas oficial do monomotor, que voará pela primeira vez em novembro, Armin financiou todo o projeto de reforma e desenvolvimento da aeronave, que custou cerca de US$ 16 mil.
O recorde de velocidade a ser batido, de 351 Km/h, foi alcançado, em 2002, por um avião austríaco. Já o protótipo da UFMG, com seu motor de 80 cavalos, buscará, possivelmente em meados de 2007, chegar à marca dos 400 Km/h. Além de pesar apenas 185 kg, o CEA 308 reúne algumas das melhores tecnologias aerodinâmicas já desenvolvidas no mundo.
O peso da aeronave desenvolvida na UFMG foi distribuído em 5,7 metros de envergadura, 6,10 metros de comprimento e um motor convencional, movido a gasolina azul, comprado de empresa australiana. Já o desenho aerodinâmico do protótipo foi desenvolvido por meio de software criado na próprio Universidade.
Desempenho
Os testes que buscarão investigar a capacidade de vôo do CEA 308 serão realizados em novembro. Inicialmente, o piloto de prova sobrevoará a pista de onde partiu a aeronave. Nas avaliações seguintes, o tempo e o espaço no ar são ampliados. A autonomia de vôo é de aproximadamente 30 minutos. Antes de ganhar os céus, no entanto, o protótipo passa por uma série de ensaios estáticos em que a estrutura do avião "enfrenta", por exemplo, um túnel de vento.
O CEA 308 é a sexta aeronave desenvolvida pelo Centro de Estudos Aeronáuticos (CEA). Criado em 1964, pelo professor Cláudio Barros, é o único, numa universidade brasileira, a desenvolver e concretizar projetos de aviões-conceito. No mundo, apenas as instituições de ensino superior alemãs investem na produção de protótipos. Veja aqui mais informações sobre o

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Investimento na Embraer

BIMAQ promove palestra sobre as perspectivas de investimentos da Embraer nos próximos anos

A ABIMAQ promoveu em sua sede, no dia 8 de julho, a palestra “Planos de Investimentos da Embraer”, que apresentou aos participantes o panorama atual e as perspectivas da empresa para os próximos anos, tendo como objetivo esclarecer dúvidas sobre o tema e auxiliar os associados na antecipação de decisões e formação de parcerias. Segundo Corrado Vallo, vice-presidente da ABIMAQ, o evento representou o primeiro passo em relação ao interesse da associação em montar uma câmara setorial de componentes, equipamentos e máquinas aeroespaciais, visando, entre outros objetivos, a obter um índice de nacionalização cada vez maior para os componentes aeronáuticos.
Representando a Embraer, estiveram na ABIMAQ os engenheiros Paulo Marchioto, diretor de Programação, Controle de Produção e Logística, e Dídimo Garcia, gerente de Arquitetura Industrial. Durante a palestra, Garcia detalhou os produtos e as atividades de cada unidade da empresa e o processo de fabricação de aeronaves, citou iniciativas de automação planejadas e realizadas, e identificou os tipos de equipamentos e máquinas utilizados pela empresa, ressaltando os investimentos e as necessidades da Embraer neste setor para o futuro. “Antes se pensava que avião era feito de forma artesanal. Esta filosofia foi repensada e hoje estamos adicionando cada vez mais a automação em nossos processos de produção. A robotização é uma tendência mundial e vamos continuar nesta linha. Não há outra forma de atingir qualidade mundial sem pensar neste processo”, explicou Garcia, acrescentando que a atuação no mercado aeronáutico exige alta qualificação, capital intensivo e atuação mundial. “Como estamos inseridos em um contexto global, o fornecedor da Embraer tem que se encaixar nesse contexto, produzindo com o mesmo grau de qualidade e precisão exigidos pela Boeing, por exemplo. É esse tipo de máquina e equipamento que queremos adquirir. Uma vez qualificado financeiramente, o drive passa a ser a tecnologia aeronáutica que o fornecedor tem a oferecer.”
Os processos e máquinas utilizados na fabricação dos aviões incluem: furação, soldas robotizadas, rebitagem robotizada e junção de fuselagem, entre outros. Entre as iniciativas de automação planejadas, realizadas e já em operação na Embraer, foram citadas: linha de montagem robotizada para o avião da linha executiva Phenom 100, robô de furação para asa do mesmo modelo, rebitadora de super painéis para os aviões comerciais EMB 170/190, robô de soldagem de tubos, além de outros exemplos apresentados.
Questionado sobre a influência da crise econômica nos investimentos futuros, Garcia explicou que a crise foi deflagrada após o término de um programa da empresa e antes do início do próximo. “Como acreditamos que o investimento em inovação é crucial para que a Embraer continue forte no futuro, foram reduzidos ciclos e despesas, mas os investimentos em tecnologia para o aumento da produtividade estão mantidos”, disse, destacando os programas de produção dos jatos executivos Legacy 500 e Legacy 450, que devem entrar em operação a partir de 2012.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009


15/10/09 - 02h26 - Atualizado em 15/10/09 - 02h33

Universitários brasileiros desenvolvem primeiro avião nacional de acrobacias

Voo inaugural aconteceu em Belo Horizonte.
Projeto custou US$ 300 mil.
Do G1, com informações do Jornal da Globo
Depois de seis anos de pesquisa, está pronto o primeiro avião brasileiro de acrobacias, da categoria mais radical, desenvolvido interiramente por uma equipe de universitários. O voo inaugural ocorreu em Belo Horizonte, nesta quarta-feira (14).

Veja o site do Jornal da Globo

Quando aterrissa, o piloto de acrobacia Marcos Geraldi ainda parece nas nuvens, tamanha alegria. “Para um piloto treinar ele tinha que comprar um avião de fora ou ir lá para fora treinar”, diz.

O piloto e nove empresas bancaram o projeto de US$ 300 mil. Compraram, no exterior, motor e hélice; e no Brasil, subsidiaram a pesquisa que a Universidade Federal de Minas Gerais desenvolveu.

“Já estamos preparando e arrumando recursos para participar dos próximos campeonatos mundiais com esse avião”, afirma o professor de engenharia aeroespacial da UFMG Paulo Scaldi.



O modelo do avião, em relação aos que competem na mesma categoria, é 20% menor, e 50% mais leve. “Quanto mais leve, mais rápido”, diz Marcos.

Mas para ser veloz e econômico, ficou bem apertado. “Tem que ser pequeno porque a relação peso potência é o que é importante”, explica o piloto.

No voo de estreia, alunos que participaram do projeto viram que o que era matéria de sala de aula pode, sim, voar. “Em vez de correr atrás estamos começando correr na frente”, disse o estudante, David Viola.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Empresas que disputam contrato do FX-2 detalham propostas para transferência de tecnologia
Rodolfo Stuckert - Agência Câmara
Audiência reuniu representantes das três empresas que disputam concorrência do FX-2
Em audiência pública realizada hoje (14) na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, as três empresas que participam da concorrência internacional para fornecimento de 36 caças supersônicos ao governo brasileiro detalharam suas propostas para transferência de tecnologia ao País.

O quesito é considerado um dos mais importantes do Programa FX-2 e pode beneficiar empresas nacionais ligadas à indústria aeronáutica, como a Embraer.

A estimativa é que o governo irá investir pelo menos R$ 4 bilhões na modernização da frota da FAB (Força Aérea Brasileira). Três empresas disputam a comercialização dos aviões --a francesa Dassault, com a aeronave Rafale, a sueca Saab, com o Gripen NG, e a norte-americana Boeing, com o F-18 Super Hornet.

A audiência pública, que contou com a participação de diretores e executivos das três companhias, foi sugerida pelo deputado Emanuel Fernandes (PSDB-SP), membro titular da Comissão de Ciência e Tecnologia.

Participaram da audiência, que teve duração de quatro horas e meia, o vice-presidente da Boeing, Robert E. Gower, o diretor da Saab no Brasil, Bengt Janér, o vice-ministro de Comércio Exterior da Suécia, Gunnar Wieslander, os diretores da Dassault Jean-Marc Merialdo e Jean-Louis Montel, além do professor do Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Unicamp, André Tosi Furtado e o diretor-presidente da AIAB (Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil), Walter Bartels.

Na avaliação do deputado Emanuel Fernandes, a audiência foi uma oportunidade única de confrontar as propostas das três empresas concorrentes para a transferência de tecnologia. Emanuel lamentou apenas o fato de nenhum representante do governo ter comparecido ao debate.

"As empresas concorrentes foram questionadas e fizeram suas apresentações. No entanto, o governo brasileiro, que é o principal interessado e o principal demandante por essa tecnologia, não foi representado. Sem essa participação, não ficamos sabendo quais são as principais metas e expectativas do governo em relação a item fundamental da concorrência", afirmou Emanuel.

Foram convidados oficialmente pela Comissão de Ciência e Tecnologia para a audiência pública os ministros da Defesa, Nelson Jobim e da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende.

Veja a seguir as propostas das três companhias.

Boeing promete transferir tecnologia e montar caças no Brasil

O vice-presidente da Boeing, Robert Gower, disse que os EUA vão transferir toda tecnologia do caça F-18 Super Hornet para o Brasil, se o País resolver comprar os 36 caças reaparelhar a Força Aérea Brasileira da empresa americana.

Concorrem com o Super Hornet, o Gripen, da sueca Saab, e o Rafale, da francesa Dassault. Segundo Gower, a aeronave da Boeing é mais moderna, econômica e segura das três.

A Boeing também prometeu transferir tecnologia para manutenção dos Super Hornet e montar os aviões no Brasil. As peças das aeronaves serão importadas.

A decisão norte-americana de transferir tecnologia é inédita. Desde o fim da 2ª Guerra Mundial, os EUA não transferiam tecnologia de nenhum equipamento militar em operação para outro país, no máximo ofereciam parceria para manutenção e uso. O congresso americano já aprovou a transferência de tecnologia.

A Boeing também se comprometeu a construir um laboratório no Brasil para desenvolver tecnologia para construir aviões invisíveis a radares.

Tecnologia de caça francês não envolve outros países, diz Dassault

O diretor da Dassault International do Brasil Ltda., Jean-Marc Merialdo, informou hoje, em audiência na Comissão de Ciência e Tecnologia, que a França não necessitará de autorização de nenhum outro país para vender caças Rafale ao Brasil, pois domina toda a tecnologia para criação e evolução desses aviões.

Merialdo disse ainda que o governo francês autorizou a Dassault a vender o Rafale e os sistemas de manutenção do avião com transferência de 100% da tecnologia.

O debate, cujo objetivo é avaliar as garantias que cada empresa oferecerá para a transferência de tecnologia com a venda dos aviões.

Empresa sueca diz que transferirá toda tecnologia pedida pelo País

O diretor da Saab no Brasil, Bengt Janér, disse que a empresa irá transferir toda a tecnologia pedida pela Aeronáutica e pela Embraer se o País optar por comprar os caças da Suécia. Além disso, todas as aeronaves que serão compradas pelo governo brasileiro serão produzidas inteiramente no País.

A Saab oferece também parceria com empresas brasileiras para o desenvolvimento das aeronovaes suecas. Pela proposta de Janér, 80% da estrutura física de cada aeronovave será construída no Brasil, inclusive das que serão vendidas na Suécia. Além disso, toda parte eletrônica dessas aeronaves será produzida no Brasil.

Os softwares serão produzidos em conjunto pela Saab e pela Embraer, o que significa que a empresa brasileira poderá, depois, produzir esses softwares sem a presença da Saab. A empresa sueca também se comprometeu a instalar no país um laboratório de tecnologia supersônica e outro para desenvolver tecnologia eletrônica.

Recebe certificação

A Líder Aviação acaba de receber a certificação integrada das normas ISO 9001:2008 (Qualidade); ISO 14001:2004 (Meio Ambiente); OHSAS 18001:2007 (Segurança e Saúde Ocupacional) e NBR 16001:2004 (Responsabilidade Social) para a Unidade de Operações de Helicópteros.


“A conquista desta certificação atesta o alto padrão de qualidade dos serviços prestados pela Líder e demonstra que estamos no caminho certo em nossa busca por inovações e melhorias em nossos processos”, destaca o Gerente de SMS da Líder, Rafael Ramos.


A auditoria foi realizada entre os dias 28 de setembro e 02 de outubro, pela Bureau Veritas nas bases de Macaé, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.


Serviços Oferecidos



A Unidade de Operações de Helicópteros - UOH conta com uma frota composta por 48 aeronaves e detém a maior parcela do mercado de serviços offshore do Brasil. A UOH desenvolve trabalho de apoio à indústria de exploração e produção de gás e petróleo, atendendo a empresas como Petrobras e Shell. Realiza ainda operações onshore – transporte de cargas externas na região amazônica – e oferece serviços de inspeção de dutos de combustível e linhas de transmissão de energia elétrica.

sábado, 10 de outubro de 2009

Gripen melhor ESCOLHA

Proposta melhorada do Gripen ao Brasil


A Saab submeteu à Força Aérea Brasileira (FAB) sua proposta atualizada de 36 caças Gripen NG Brasil.

2009-10-02

A oferta consiste em uma solução de custo benefício favorável, contendo completa transferência de tecnologia e uma parceria competitiva exclusiva entre a Suécia e o Brasil.
A proposta atualizada atende aos requisitos exigidos pelo Brasil para o desenvolvimento, fabricação, operação e manutenção, de forma independente, de um caça multifunção de última geração.
Contempla também um amplo pacote industrial com total transferência de tecnologia. Isto dará ao Brasil a oportunidade de participar no desenvolvimento da aeronave desde os primeiros estágios, bem como incluirá um número significativo de fornecedores brasileiros.
A proposta foi entregue à FAB pelo Sr. Bengt Janér, diretor da campanha da Saab no Brasil e pelo adido de defesa da Suécia, Tenente Coronel Christer Olsson.
Estiveram também presentes no Brasil o CEO da Saab Sr Åke Svensson; o Secretário de Estado da Defesa da Suécia, Sr Håkan Jevrell e o Tenente General Mats Nilsson, Chefe do Departamento de Assuntos Militares.
“Isto oferece um casamento perfeito baseado em habilidades complementares e excelência tecnológica. O compromisso da Suécia para com o Brasil oferece independência e não dependência. O pacote exclusivo de compensações industriais significa um envolvimento direto de empresas brasileiras no desenvolvimento, produção e manutenção do Gripen NG Brasil. Isto irá criar e manter oportunidades de trabalho em alta tecnologia no Brasil”, diz o CEO da Saab, Sr. Åke Svensson.
A proposta atualizada enfatiza as vantagens para a Força Aérea Brasileira e a indústria brasileira e inclui os seguintes pontos:
ransferência tecnológica completa

Acesso total e envolvimento completo no programa de desenvolvimento do Gripen NG.

Transferência de tecnologia completa por meio do desenvolvimento conjunto do Gripen NG, proporcionando autonomia nacional e independência no projeto, desenvolvimento, fabricação e total suporte logístico do Gripen NG e dos caças de futura geração.

Independência em termos de opção de armamentos e sistemas de integração.

Produção no Brasil de até 80% da estrutura do avião Gripen NG.

Montagem de uma linha de produção completa do Gripen NG no Brasil.

Completa capacidade de manutenção do motor do Gripen NG no Brasil.

Parceria exclusiva e competitiva

O Brasil terá a liderança nas vendas do Gripen NG para toda a América Latina, com oportunidades conjuntas para o resto do mundo.

Compromisso do governo sueco em adquirir o Gripen NG, recebendo suas aeronaves no mesmo cronograma da Força Aérea Brasileira.

A intenção da Suécia de avaliar o avião KC-390 para suprir, a longo prazo, suas necessidades de transporte aéreo tático.

Intenção da Saab em juntar-se ao programa de desenvolvimento do avião de transporte KC-390, como parceiro estratégico, incluindo apoio no marketing internacional.

Compromisso da Saab de efetuar mais de 175% ao valor total do contrato em cooperação industrial (offset).

A Saab propõe substituir os atuais aviões SK 60/ Saab 105 de treinamento da Frota da Força Aérea Sueca por aeronaves Embraer Super-Tucanos.

Parceria exclusiva e competitiva

O Brasil terá a liderança nas vendas do Gripen NG para toda a América Latina, com oportunidades conjuntas para o resto do mundo.

Compromisso do governo sueco em adquirir o Gripen NG, recebendo suas aeronaves no mesmo cronograma da Força Aérea Brasileira.

A intenção da Suécia de avaliar o avião KC-390 para suprir, a longo prazo, suas necessidades de transporte aéreo tático.

Intenção da Saab em juntar-se ao programa de desenvolvimento do avião de transporte KC-390, como parceiro estratégico, incluindo apoio no marketing internacional.

Compromisso da Saab de efetuar mais de 175% ao valor total do contrato em cooperação industrial (offset).

A Saab propõe substituir os atuais aviões SK 60/ Saab 105 de treinamento da Frota da Força Aérea Sueca por aeronaves Embraer Super-Tucanos.





Fotografia: Gripen NG será o caça mais avançado no mundo. Fotógrafo: Drasko Markovic



Solução com melhor custo-benefício

Proposta firme e altamente competitiva para financiamento a longo prazo do valor completo do contrato do FX-2, por parte “Swedish Export Credit Corporation”, uma instituição financeira governamental estatal sueca.

Custos de aquisição, apoio e operação significativamente inferiores quando comparados à concorrência, devido ao design otimizado, processo de fabricação altamente eficiente e uma fácil manutenção e suporte técnico.

Sobre o Gripen NG

Ao entrar em operação, o Gripen NG será o caça mais avançado do mundo, utilizando tecnologia de ponta. O Gripen NG é a nova geração do Gripen, uma versão melhorada do caça multi-função que provou ter baixos custos de aquisição, operação e apoio. O programa Gripen NG cobre o desenvolvimento dos aviônicos e de todos os principais sensores, incluindo o radar AESA. (RADAR DE VARREDURA ELETRÔNICA ATIVA). A aeronave terá um maior empuxo, maior carga paga, e um raio de ação maior, acima de 4.000 km, mantendo ainda o menor custo de propriedade.